Nós amamos a Pink e ela nos ama em dobro.
A roqueira nos mostrou o quanto, quando recentemente doou 250 mil dólares para as vitimas dos incêndios na Austrália após ter visto e lido sobre o assunto.

A ganhadora de Grammy visita e faz shows na Austrália regularmente, e ficou chocada com os incêndios.

“Meus sentimentos vão para todos que sofreram com essa tragédia e espero que o dinheiro junto com outras doações ajude a reconstruir vidas e comunidades das áreas infectadas. Retornarei em breve ao país, os amo demais”

E não precisaremos esperar muito mesmo. Pink fará 46 shows no país, começando em Perth no dia 22 e 23 de maio – depois ela se apresenta no Dome em Agosto.

E há várias coisas para comemorar com a volta dela. Ela disse que virá acompanhada por seu ex-marido Carey Hart, pra mostrar a ele seus lugares favoritos.

Essa superstar é sempre honesta e sincera, especialmente sobre ela mesma.

Há dois lados da mulher que nasceu com Alecia Beth More: a tatuada, rebelde, baladeira que atingiu a fama com os hits Get the party started e Feel Good Time e a séria, sensível, compositora que nunca teve medo de mostrar suas falhas e cicatrizes em músicas como Family Portrait, Dear Mr President e Leave me alone. Ambos os lados são mostrados nos seus CDs e em seus shows.

Ano passado foi um ano difícil para Pink, ela trabalhou muito em seu novo CD Funhouse enquanto estava tendo dificuldades ao se separar de Carey.

Mas agora ela tem motivos pra sorrir e fazer todos sorrirem: ela está voltando ao país e a Austrália retornou o favor comprando muitos CDs e esgotando as entradas dos shows.

A turnê de I`m Not Dead em 2007 bateu recordes e transformou a Pink na artista de mais sucesso em turnê na Austrália, fazendo 35 shows para 307 mil fãs em 8 semanas. Ela quer melhorar isso com sua turnê Funhouse. O nome e todo o cenário teatral/performático fará um espetáculo como havia na turnê I`m not dead. Isso é uma grande responsabilidade, já que ela corre riscos todas as noites, pendurada no alto por apenas tecidos.

“Eu amo acrobacias, eu amo teatro e amo dançar também. Sempre tem que haver uma parte do show em que, caso queira mudar a programação eu vou e mudo. Tem que sempre ter aquele elemento rock`n roll”

Mas toda noite, seu maior momento é também o mais pessoal e simples, é quando ela quase chora e olha para um fã na platéia que esteja sentindo o mesmo.

“Se isso não acontecer, então foi um show de m****. Não me perdoaria nunca, esse momento representa tudo. É como uma terapia, e eu preciso fazer, tenho que fazer. Quando chega a hora das poesias, e músicas mais lentas, olho pra alguém na platéia que eu me sinto conectada e vejo bem seu rosto, e eu sempre lembrarei esses momentos”

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