Todos sabemos que Pink fala suas opiniões e o que pensa. Algo que nós, fãs, a maior parte, gostamos e respeitamos. Infelizmente, a mídia não usa exemplos assim para fazer notícias, mas nós usamos. Vejamos o artigo:

“Por que Pink é a única cantora que fala de feminismo e bebidas?” por Sacha Zimmerman

É difícil ser feminina enquanto se está bêbada. Não que bebida não seja algo feminino ou que mulheres não possam beber; Não é isso que eu quero dizer. Mas como você fará coisas sérias se você não estiver são? ‘Uma mulher bêbada está se rebaixando, já que ela estará incapaz de realizar outras atividades’, como diz um artigo feito por Alex Morris, Nova Iorque, que fala sobre álcool.

Voltando-se para a cultura tudo isso acaba se refletindo. Personagens de seriados famosos como, ‘Will & Grace”, “Sex In The City”, “Ab Fab”, “How I Met Your Mother” entre outros, fazem das personagens que usam o álcool como prioridade, engraçadas e poucas intelectuais. Vejamos o exemplo da personagem Karen [Will & Grace], viciada em martini e muito engraçada, porém usando respostas, que sabemos que não é a resposta correta, como piada.

Em 2006, se vermos bem, a única coisa que as revistas sabiam publicar eram as bebedeiras de Paris Hilton, que foi presa, as loucuras de Britney Spears, a perda de peso de Nicole Richie, porém se enchendo de café Starbucks e Lindsay Lohan, que foi parar em uma clínica de reabilitação duas vezes. Foi nesse tempo que Pink surgiu com um hit, – “Stupid Girls”, para criticar tudo o que estava acontecendo na época e mostrar o quão deprimente era a situação.

Passada a época, Pink surge com o seu quinto álbum – Funhouse. A comédia do video de ‘Stupid Girls’ permanece em ‘So What’, mas voltada para a própria vida de Pink – o divórcio. Mas uma das principais músicas é ‘Sober’, uma maneira de Pink tentar se auto-definir. No video Pink, sóbria, assiste a vida da verdadeira Pink – viciada em bebidas.

O video retrata toda uma noite de bebedeira: inexplicável, engraçada, ações, caídas no chão, vômitos no vaso sanitário [Quando se está bom, está bom até ficar ruim] – trecho da música. Mas a música é mais profunda. É a vontade de querer se sentir sóbria, [A noite está chegando, e ela sussurra dizendo – venha participar], medo do silêncio de não participar da festa mas também medo de cair na farra da bebida. E depois, com uma dublê, Pink se encontra com Pink em uma cama, trocam carícias. Há um desejo intenso que representa: a Pink livre e engraçada; a Pink inteligente e sóbria.

Pink, com toda certeza, é a única que consegue falar de assuntos assim. Mostrar o que é beber demais, porém, ainda ser uma mulher muito forte. Tudo isso não faz de Pink pouco engraçada; faz dela ainda mais esperta. Uma grande mulher de garra.


Fonte: TNR.
Obrigado – deschuyver

Anúncios