Pink respondeu algumas perguntas feitas pelos próprios fãs. É ótimo poder obter respostas de entrevistas não-comuns. Também é ótimo poder ouvir o que Pink tem a dizer para os fãs.

RWD: Como é poder voltar para a ativa?
Estou me acostumando. Não é ruim (risadas). No primeiro dia eu quis morrer, mas foi tudo por pressão. Estive brava e agora estou melhor (risadas). Brincadeira, estou muito bem, as letras são pessoais, mas estou bem. Lembro de Family Portrait. Eu dava entrevistas e sempre afirmava, “Estou bem, estou bem. É só uma música.”

Ineka: “So What” fala de seu ex-marido. Você está a cada single criando controvérsias assim como em “Stupid Girls”?
Não sei, a música foi uma brincadeira e resolvi gravá-la. Sempre esqueço de pensar nas consequências. Eu entrei no estúdio e pensei: “Vai ser engraçado se eu começar “Perdi meu marido, não sei para onde ele foi”. A princípio é engraçada, aí depois você pensa que não deveria ter tocado para ninguém (risadas). Mas é uma música muito divertida. Eu acho muito legal.

Pinks_Biggest_Fan: Como foi tirar as roupas para seu vídeo?
Sou exibicionista, mas tomei bastante tequila às 7h da manhã. A primeira cena foi eu junto com Carey. Tomamos cerveja. A última era eu dirigindo um cortador de grama nas ruas. Essa aí não precisei de nada pra me encorajar.

RWD: Gostamos da nova música – Sober
Escrevi a música uma noite antes de ficar muito mal. Estava sentada na praia. A banda do meu amigo estava tocando em minha casa para 30 pessoas. Desses 30 eu só conhecia 15, e isso estava me deixando mal. Eram quase 5h da manhã e tudo o que eu queria era ir para a cama, mas todos só queria beber. Ai pensei – foda-se! Saí e fui à praia. Então eu comecei a pensar a melodia, eu canta – ” Como me sinto tão boa sóbria?” Estava mal por causa de tudo. A bebida te engana e mostra como você se sente quando se está livre dela.

GingerTom: Você ainda gosta de vinho tinto?
Ah, para falar a verdade eu parei com tudo. Foi muito bom, mas parei. Não vou mais acreditar no que dizem por aí, como correr 70 minutos e depois tomar uma garrafa de vinho.

RWD: Parece que o álbum “FUNHOUSE” é um auto-exorcismo, certo?
Acho que ás vezes quando me olho no espelho, é um espelho retorcido – um espelho de parque de diversões. Está tudo torcido e você não se reconhece.

Shirker: Você se preoucupa em ter muita coisa pessoal em seu álbum?
Bem, de novo, foi como em Family Portrait. Eram sempre essas questões, e eu vivia como – Dane-se, certo? Já chorei em uma entrevista e disse que não faria mais uma igual. Mas as cartas foram chegando e tudo ficou muito real. Cartas falando de coisas ruins, abusos familiares, mortes, brigas e etc. São coisas que acontecem quando tratamos de coisas pessoais.

Pamela: Quem é a sua maior inspiração?
Honestamente, quando se trata em compôr músicas, frustações, nervosismo, decepções se tornam minhas inspirações (risadas). Bette Midler é minha inspiração como mulher, pessoa e cantora. Ela me anima, adoro muito ela. Já cantei com ela, nos encontramos e saímos. Adoro ela.

Kano: Você quis mudar de nome artístico depois de tingir o cabelo?
Não. (Risadas).

Kano: Qual foi a decisão mais difícil de sua carreira?
Cantar solo. Participei de um grupo (Choice) por dois anos. Foi horrível. Uma das piores coisas, mas faria de novo.

Bucketilist: Qual a coisa mais maluca que você já fez?
Não sei. Acho que não tem alguma loucura. Posso dizer que foram as drogas que eu usei. Mas não uso mais..então..

RWD: Hora de ir. Pode nos falar algo sobre o álbum?
É um álbum engraçado pra caramba. Sou uma bolsa de mistérios, você nunca sabe o que pode esperar. Algumas pessoas acham isso chato, mas eu adoro. Acho que ele está bem honesto, especial, emocional e, e , e (risadas) e tudo isso mais!!

Tradução: Hallow.

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